Em “Veio”, um gesto vertical emerge de um veio vermelho como matéria exposta entre estratos geológicos. A pintura aproxima terra e cosmos, vestígio mineral e projeção celeste. É passagem entre profundidade e ascensão, entre aquilo que permanece soterrado e aquilo que se lança ao espaço.Veio, 2026. Tinta a óleo, ceras, carvão, pó de carvão e de madeira sobre linho. 110 × 160 cm.