Nos desenhos de “Da Dança”, o corpo surge como gesto e vestígio. Em trânsito, entre presença e desaparecimento, como marcas deixadas pelo movimento. O desenho se torna registro de passagem, como numa tentativa de reter aquilo que escapa.
Nos desenhos de “Da Dança”, o corpo surge como gesto e vestígio. Em trânsito, entre presença e desaparecimento, como marcas deixadas pelo movimento. O desenho se torna registro de passagem, como numa tentativa de reter aquilo que escapa.