Ao aproximarmos imagens arqueológicas e imagens do cosmos, “Ano-Luz” (2023–2026) propõe uma relação entre diferentes formas de permanência no tempo. Assim como certas luzes atravessam milênios até alcançarem os nossos olhos, também gestos humanos inscritos na rocha persistem como imagens lançadas através do tempo profundo. Entre caverna e espaço cósmico, a imagem surge como vestígio, como um rastro que continua atravessando o tempo.
Ano-Luz, 2023–2026
impressão fine art sobre papel, múltiplo de 12 colagens, dimensões variáveis